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segunda-feira, 3 de novembro de 2008
O idoso
Vou pela rua e os meus olhos fixão-se num ser humano sentado num banco de jardim, apreciando umas crianças que brincavam ali. Concerteza consigo saber o que aquele homem já de uma certa idade, está a sentir. Memórias perdidas no tempo voltão-lhe à cabeça, e relembra seus tempos de miúdo em que corria, pulava, bricava com os seus amigos. Até que um jovem casal de namorados se senta no banco da frente, trocam carícias e palavras bonitas, e eu olhando o rosto enrugado daquele homem que também apreciava aquele casal, vejo uma lágrima escorregando pela face dele, percebo que sente saudades daquela que foi o amor da sua vida, com quem partilhou as suas alegrias e tristezas, com quem teve filhos, com quem envelheceu, com quem dormira anos e anos, com quem fez amor e teve frutos, mas enfelizmente essa pessoa tão especial para ele já cá não vive, partira para nunca mais voltar, deixando o coração deste pobre homem destruçado e com imensas saudades… Este homem já viveu a sua vida, já foi feliz, já deixou seus frutos na terra, já conheceu o mundo e sabe a cidade de côr como se fosse a palma da sua mão. Nos olhos carregados de emoções vividas em tempos. Ah!...Como eu queria ser assim…
Só para completar o poste número 50...Beijinhos e...
Postado por:Borboleta às 07:04
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